Influências e Possibilidades da Internet nas Campanhas Eleitorais e em Governos

September 23, 2014

 

 

A Videoface em parceria com o consultor Danilo Cunha vai divulgar quatro artigos de assuntos de interesse da sociedade. O primeiro artigo é sobre Internet nas Eleições.
 

Esperamos que gostem do nosso artigo e boa leitura.
 

Influências e Possibilidades da Internet nas Campanhas Eleitorais e em Governos
 

O mundo atual passou por profundas e abrangentes modificações graças ao desenvolvimento das tecnologias digitais e às novas formas virtuais de comunicação.
Atualmente mais de 7 bilhões habitam o mundo e se comunicam, ou virão a se comunicar, diariamente.
Essa é uma característica humana, a demanda por meios e formas de comunicação, pois o cérebro humano é um dispositivo comunicacional e tomador de decisões.
Somos pessoas que necessitam permanentemente de atenção, de interação, e que tomamos decisões de forma continua, sempre usando a informação como insumo.
A informação é a parcela que ajuda na formação do conhecimento, e o conhecimento, por sua vez, nos conduz á construção do saber, esse sim o estágio superior no qual se apoiam as escolhas, as tomadas de decisão, tanto em nível pessoal, individual, como no nível coletivo, nas aquisições, nas compras, nas eleições, em todo o processo de vida pessoal e em sociedade.
Nossa terra, este globo mágico e maravilhoso, onde vivemos, atualmente está gerando, diariamente, 144 bilhões de mensagens eletrônicas e digitais, 400 milhões de tweets, 100.000 vídeos por minuto no youtube.
Além do mais, a leitura dos meios de imprensa e mídias digitais cresceu mais de 30% nos últimos anos.
Em nossa América Latina já temos 180.000.000 de perfis registrados, 50.000.000 de usuários, 16.000.000 de membros, dos meios digitais em forma de serviços virtuais, de redes sociais, de fontes de consulta, armazenados em big datas, em nuvens, em servidores gigantescos, ao redor do mundo.
Essa revolução informacional está mudando o mundo, os comportamentos, as escolhas, pois as pessoas passaram a ter muito mais informação, de excelente qualidade, em acessos especializados, de elevado padrão técnico e tecnológico, que permite a tomada de decisão em muito menor tempo.
A transformação na geração, disseminação e utilização da informação gera, também, profundas mudanças na antiga relação entre governantes e governados, permitindo que as pessoas gerem ciclos de esperanças, sonhos, realização, ou frustração, de forma muito mais rápida que nas décadas de 60, 70, 80, 90.
Agora existe uma ansiedade generalizada por satisfação de impulsos, que são gerados pelo imediatismo comprovado de uma série de processos, não políticos, somente no campo do consumo, mas que começa a se manifestar na relação entre representados e representantes.
A insatisfação crescente com o processo político convencional decorre exatamente da velocidade da informação, da sua obtenção, das possibilidades da sua comparação, avaliação, correlação, que levam ao processo de decisão.
Atualmente se conhecem as melhores práticas de todas as nações do mundo, e as piores, também.
Eleitores sabem o que está sendo feito em governos ao redor de nosso novo pequeno mundo, graças a cobertura de redes de fibras óticas, satélites, balões, e todo o tipo de captação de imagens, comentários, manifestações, de todos os habitantes do nosso planeta TERRA.
Os governos que já conseguiram ultrapassar as etapas lentas e demoradas de suas máquinas burocráticas já sentem os efeitos saneadores e inovadores de uma relação mais direta com a suas populações.
Os processos de racionalização, de modernização, de sensibilização das esferas governantes começam a ser colocados em um segundo plano, como uma atividade inteligente, mas de apoio aos governantes.
O processo de prospecção, de absorção de inquietações das populações, necessitam de meios eficazes, velozes, muito velozes, para que os inovadores GOVERNOS CIDADÃOS possam se sintonizar, observar linguagens, entender preocupações, compreender as ansiedades e insatisfações.
As populações necessitam ser entendidas em abrangência e profundidade, em detalhes e sutilezas, para que os governantes possam oferecer respostas adequadas, rápidas, imediatas, para evitar a formação de grandes quantidades de ressentimentos, de tristeza e desencanto, geradas pela demora da camada burocrática das atividades de apoio.
O governante moderno, atualizado não pode mais depender de um tempo, de um delay muito dilatado para o processamento das informações geradas nos comportamentos dos cidadãos, pois essa defasagem pode ser determinante para o sucesso e aceitação de dirigentes governamentais.
A cidadania está começando a mudar, logo após as mudanças observadas nos consumidores, com seus sites digitais de compras, com acesso a preços mais baratos de outros países, com a visão veloz, instantânea, das ações digitalizadas, das redes virtuais, das telas que abastecem nossos computadores, celulares, tablets, com o que há de mais interessante e atual.
As expectativas dos consumidores e cidadãos são cada vez maiores, pois querem consultas e respostas mais velozes, mais ágeis.
Desejam participação maior, mais dinâmica, mais satisfatória.
Esperam atitudes mais dinâmicas em suas necessidades e sonhos.
O que podem fazer os governos para se associar a essas velozes formas de resolver a vida das pessoas?
Podem aproveitar as oportunidades que as novas tecnologias oferecem, associando-as a uma nova atitude, a uma nova maneira de receber as demandas sociais, atendendo-as mais rapidamente, ou respondendo de forma satisfatória o que poderão fazer.
As redes sociais nada mais são do que as necessidades humanas de se comunicar permanentemente, da enorme ânsia de protagonismo e pertencimento, que as pessoas descobrem cada vez mais em relação aos seus destinos.
O fortalecimento da gestão cidadã passa pela transmissão e troca de informações, diretamente, entre governantes e governados, desde que sejam curtas, objetivas, claras, precisas, verdadeiras, transparentes.
Os governos, podem se modificar muito rapidamente fomentando o uso de meios de conexão velozes, para que suas estratégias de comunicação sejam efetivamente céleres e satisfatórias, sob o ponto de vista dos cidadãos.
Assim, a cobrança por pertinência e legitimidade de obras, medidas, e atitudes dos governantes será cada vez maior, mais abrangente, mais rápida, pois os meios para estabelecer comparativos, análises, correlações, estarão cada vez mais presentes, baratos, e acessíveis para consumidores e eleitores.
Oferecer bons serviços, produtos, e satisfação de consumidores e eleitores, cidadãos, será cada vez mais função da qualidade das decisões tomadas pelos governantes e dirigentes.
E o processo de decisão será muito mais dependente, dramaticamente mais conectado com a boa qualidade de informação obtida, e pela forma veloz e sensível de seu processamento pelos governantes.
Governar será, cada vez mais, estar com a sensibilidade sintonizada nas frequências em que cidadãos e eleitores estiverem conectados à realidade que os cerca.
E graças aos meios disponíveis, essa realidade passa a ser cada vez mais próxima da visão mundial, pois este globo está todo conectado, para o bem e para o mal.
Assim, desenhar soluções governamentais em função das ansiedades e demandas cidadãs será com certeza a nova forma de se fazer política governamental, atendendo demandas legítimas, pertinentes, e ilimitadas.
As justificativas, o entendimento, a compreensão das possibilidades dependerá da intensidade com que os governos se equiparão com métodos e meios competentes, para entender corações em mentes humanas.
E das respostas adequadas, que produzirão.
Afinal, as tecnologias interativas cobrem nosso mundo e permitem a cada dia mais controle social efetivo, consciente e comparativo, entre os habitantes.
Como ninguém é uma ilha, este grande, imenso arquipélago humano, com toda a sua aleatória capacidade de gerar novas necessidades, estará cada vez mais crítico e participativo, mais criterioso e seletivo.
Mas poderá ser muito melhor atendido pelos governantes que adotarem as formas diretas de prospecção de sonhos e vontades.
Ou poderá se voltar somente para a dimensão das relações de produção e consumo, permitindo novas formas de governança puramente econômica, e financeira, de interesses, que nem sempre serão legitimados pela cidadania.

 

 

Rhoriy R. Barreto da Silva                                                                                   Danilo Aronovich Cunha
Diretor de Marketing e Inovação                                                                   Palestrante, Escritor, Educador
Videoface Internet | Video                                                                              e Consultor
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